domingo, 3 de agosto de 2014

VII SEMINÁRIO REGIONAL DE FORMAÇÃO DE GESTORES E EDUCADORES DO POLO DE SANTO ÂNGELO/RS

22/07- TERÇA-FEIRA - Manhã

JUVENTUDE & ESCOLA: AS NOVAS LINGUAGENS E AS
POLÍTICAS PÚBLICAS

Me. Eleones Lima da Silva - Porto Alegre/RS
E-mail: eleones@terra.com.br               facebook/Eleones Lima da Silva
Telefones: 85431132 e 94521747
Grupo de pesquisa Maria Lacerda-Arte Educação,
psicopedagogia e Neolinguística



Retomando os conceitos de juventude:
ü  A juventude está se construindo e há a manifestação de capacidade criativa;
ü  A escola estabelece somente a capacidade ilustrativa;
ü  A cultura juvenil está sempre na contramão (sentem prazer em contrariar) CANEVACCI, 2005;
ü  As tribos urbanas, pós-modernas são legiões.  (MAFFESOLLI, 2004)

2ª PARTE
Juventude na idade antiga:
ü  Olimpíadas
ü  Efébia
ü  Educação militar
Juventude na idade medieval:
ü  Imagem de crianças e jovens com expressões de adultos;
Juventude na idade moderna:
ü  O jovem foi inventado ao mesmo tempo que a máquina a vapor;
ü  Transformação na família e na escola;
ü  O ensino passa a ser universal e gratuito e movimenta a relação geracional e mudam os conceitos;
ü  Começa a separação a família, o pai vai para a fábrica e os filhos para a escola;
Juventude segunda metade do sec. XX, juventude pós Guerra (rebelde sem causa):
ü  Estado de bem estar social e crescimento econômico, poder aquisitivo;
ü  Crise da autoridade patriarcal, ampliação da liberdade na esfera juvenil e revolta com o autoritarismo;
ü  Mercado destinado para jovens: moda, musica, revistas;
ü  Emergência dos meios de comunicação de mass: TV, rádio, cinema... criação de uma cultura juvenil internacional e popular;
ü  Modernização dos usos ...
ü  Rebelde sem causa;
ü  Contracultura: época dos viajantes, saem de casa... beatnils, hippies e punk... movimento black power, panteras negras
ü  Contra cultura: contra a cultura dominante;
ü  Maio de 68
ü  Ditadura no Brasil, juventude luta contra
Culturas juvenis: todas as tribos se encontram dentro da escola contemporânea:
ü  Maneira que as experiências sociais dos jovens são expressadas coletivamente;
ü  Conceito de BRICOLAGE: uso de correntes, adornos... que resignifica eles;
Terceira parte- Experiências escolares com linguagem Juvenis
ü  Grafite
ü  Vídeo game em sala de aula-Tecnologia geração digital

Vídeo sobre grafite

Vídeo projeto

Música:

“Temos que valorizar as formas que os
jovens têm para se expressar”

Do currículo às políticas públicas:
ü  Incluir questões juvenis no currículo;
ü  Se o jovem é sujeito de direito, sua cultura deve ser valorizada;
ü  Possibilidades políticas se apresentam de outras formas...
ü  Ser jovem não é condição transitória;
ü  Socializar conteúdo é também oferecer oportunidade de elaboração conjunta;
ü  A única solução é ouvir essas culturas


VII SEMINÁRIO REGIONAL DE FORMAÇÃO DE GESTORES E EDUCADORES DO POLO DE SANTO ÂNGELO/RS

21/07- SEGUNDA-FEIRA/ NOITE

Gemp Crissiumal

































VII SEMINÁRIO REGIONAL DE FORMAÇÃO DE GESTORES E EDUCADORES DO POLO DE SANTO ÂNGELO/RS

21/07- SEGUNDA-FEIRA/ TARDE

RELAÇÕES DE GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL NO
COTIDIANO ESCOLAR

Dr.      Leandro Oltramari-Florianópolis/SC

O que é gênero? É a construção social do sexo anatômico.
Gênero significa que homens e mulheres são produtos da realidade social e não da decorrência da anatomia de seus corpos.
Existe um atributo da escola diferente em relação ao gênero.
Assimetria de gênero: desigualdade
No se deve compreender o gênero determinado pelo sexo biológico.  
Há resolução na legislação que define que a psicologia é proibida de realizar tratamento para tratar a opção sexual.
Margareth Mead: Será que há um processo de pedagogização da sexualidade? Pessoas são vítimas de violência em função da opção sexual.
Padrões de gênero e sexualidade:
·         Os padrões podem variar dependendo da cultura;
·         Característica de gênero
Gênero se aprende na família e na escola. “Qual é a cor que se concebe a roupa de um bebê menino ou menina?
À medida que crescemos, por meio dos brinquedos, jogos e brincadeiras, dos acessórios e das relações estabelecidas como grupos de pares e com as pessoas adultas, vamos também aprendendo a distinguir atitudes masculinas e femininas.
Contribuições para as modificações nas relações de gênero:
·         Meninos podem ser sensíveis
·         Meninas aguerridas

 Música: Quanto estiver triste simplesmente me abrace...quando estiver louco, se afaste... quando estiver bobo, sutilmente disfarce... mesmo que o mundo acabe...
A adolescência e a identidade de gênero
ü  Se o gênero é constituído ele pode ser transformado. A escola pode fazer este papel.
Quanto maior conhecimento dos alunos sobre a sexualidade, mais tarde iniciam a atividade sexual. Quanto menor o conhecimento, mais cedo iniciam a atividade sexual.
E comum nas crianças pequenas haver brincadeiras sexuais, são ações por instinto, na determinam a opção sexual.
As regras são para todos.
Orientação sexual:
ü  Pessoas do mesmo sexo tem os seus direitos reconhecidos ao que refere a sua sexualidade;
ü  O papel da escola na promoção dos direitos sexuais das pessoas;
ü  A escola pode transformar-se num ambiente livre, seguro e formador de cidadania, promovendo de fato a inclusão de todas as expressões da sexualidade. (abrir espaço na escola)
ü  Homens e mulheres foram feitos um para o outro somente para fins de reprodução;
ü  Somos aquilo que as possibilidades nos oferecem.

A sexualidade se forma como:

ü  Capacidade reprodutiva, diferenças fisiológicas entre homens e mulheres;
ü  Senso de pertencimento a um ou outro gênero;
ü  Focos de sentimentos, atração, desejo e fantasias, apegos emocionais, vínculos interpessoais, relacionamentos fundamentais.
O corpo e a sexualidade:
*      Dimensões psicológicas e culturais;
*      Não existe um corpo universal, mas sim corpos marcados por experiências especificas de classe, de etnia/raça, de gênero, de idade.
Orientação sexual. Tem relação com três elementos:
1.    Desejo
2.    Comportamento
3.    Identidade
É possível, por exemplo, praticar elações homossexuais sem se considerar “homossexual” ou “bissexual”, assim como sentir desejos homossexuais sem manter relações homossexuais.

O que é identidade sexual. Quando falamos em identidade sexual nós nos referimos a duas coisas diferentes:

ü  Ao modo como as pessoas...